sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

A Adolescência e Tu

Hoje, dia 5 de Dezembro, os alunos dos Cursos de Educação e Formação de Informática e Jardinagem, assistiram a uma sessão intitulada «A Adolescência e Tu». Esta sessão decorreu na sala polivalente e contou com a presença de uma psicóloga exterior à escola.

Foram diversas as temáticas abordadas, tais como a sexualidade masculina e feminina, os comportamentos de risco, as condutas para uma vida sexual saudável e os cuidados de higiene que tanto rapazes como raparigas devem ter. Ao longo da sessão, os alunos puderam intervir, apresentado os seus pontos de vista e colocando as dúvidas que tinham.

Numa altura em que questões como as doenças sexualmente transmissíveis e a gravidez na adolescência são temas da maior importância, estes momentos são sempre bem vindos. Os alunos consideraram que a sessão foi boa, porque foi motivadora e a técnica soube falar sobre assuntos que outros adultos normalmente não abordam. Os discentes realçaram o facto de ter vindo alguém do exterior que, como tal, não os conhecia, permitindo uma maior facilidade na comunicação, dada a inexistência de preconceitos.

As raparigas presentes na sessão tiveram oportunidade de ficar com o endereço electrónico da psicóloga, para poderem pedir esclarecimentos, sempre que considerassem necessário.

Concurso "Vamos assinalar este dia com um laço"


O Dia Mundial de Luta Contra a Sida (1 de Dezembro) tem como principal objectivo promover a prevenção e consciencializar as pessoas para a importância da epidemia do HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana).
Na nossa escola, este dia foi comemorado com várias iniciativas, das quais destacamos o concurso de laços intitulado "Vamos assinalar este dia com um laço".
A nossa turma participou com 4 laços.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

«O Auto da Barca do Inferno»

(Foto retirada do site da Companhia de Teatro "O Sonho")

No auditório do BES assitimos à peça de teatro "O Auto da Barca do Inferno", de Gil Vicente.
A peça representa a margem de um rio - o rio do "outro mundo" - com duas barcas prestes a partir: uma conduzida por um Anjo, que vai para o Paraíso; a outra conduzida por um Diabo, com destino ao Inferno.

Ao longo da peça, vão aparecendo várias personagens: um Fidalgo, um Onzeneiro, um Parvo, um Sapateiro, um Frade, uma Alcoviteira, um Judeu, um Corregedor, um Procurador e um homem que tinha acabado de morrer enforcado.

Todas as personagens vão para o Inferno com excepção do Parvo, que é salvo pela sua simplicidade de espírito.

Esta peça foi representada pela Companhia de Teatro "O Sonho".

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Visita de Estudo

No próximo dia 27 de Novembro, no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa, está prevista uma visita de estudo ao teatro onde iremos assistir `peça "Auto da Barca do Inferno", de Gil Vicente.
Esta visita de estudo tem os seguintes objectivos:
- Melhorar as relações interpessoais;
- Aumentar a participação dos alunos na vida escolar;
- Aumentar o sucesso educativo;
- Aumentar os níveis de conhecimento nas diferentes áreas do saber.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Regresso às aulas...

O novo ano lectivo começou, vi todos os meus colegas. Não é que tivesse saudades da escola mas já estava farta de estar em casa. Quando entrei na escola reparei que estava diferente, tinha sido pintada, estava de várias cores, não é que estivesse bonita mas também não estava feia.
Este ano entraram muitas pessoas novas para a escola, todos tentam fazer novas amizades, mas os meus amigos já tinham saudades, da confusão da turma, das nossas diversões. Mas enfim também tinha saudades de alguns professores!
Tatiana Coelho

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Texto Livre

Sinto que me julgam sem terem o interesse de saberem quem eu sou, na verdade. Conheço-me por dentro e por fora, não há ninguém que me possa conhecer melhor. Dou-me a conhecer mas não há tanta gente que se dê ao trabalho de o fazer.
Tenho problemas mas nem toda a gente os compreende, por vezes nem eu própria. Passo por cima de tudo o que penso que merece ser pisado mas levanto todos os que me dão uma mão amiga. Amo todos aqueles que desde sempre, me acompanharam em toda a minha vida. Em todas as aventuras e em todas as tristezas. Não trocava um amigo por um conhecido e não sei dizer um não a quem sempre me disse um sim. Tenho defeitos, mas quem não os tem? São aceitáveis, seja quem for que os tenha. É humano cometer erros, mas é humano também saber remendá-los. Tento por tudo, fazer-me feliz. Não preciso que me façam rir, pois todos os sorrisos que antigamente dei eram fingidos. Não eram sentidos. Hoje sei que tudo o que vivi não passam de recordações e não voltaram a ser vividas. Hoje sei que consigo dizer "sou feliz". Não me deixo abater por atitudes mal tomadas. Não me rebaixam com críticas destrutivas, ergo a cabeça e penso que já fiz muito para chegar onde hoje estou. Orgulho-me de dizer que um dia sofri, pois foi esse sofrimento que me fez crescer e ser a pessoa que sou.
Devo a minha vida aqueles que me criaram e me amaram incondicionalmente, os meus pais. Não são uns pais quaisquer e os meus irmãos são a minha inteira alegria.
Tenho muitas coisas boas em mim, pena não serem reconhecidas.
Sou um começo sem um fim.
Ana Leal
(Texto produzido na aula de Língua Portuguesa)

sábado, 1 de novembro de 2008

Produção de um texto a partir do título "Sexta-Feira ou a Vida Selvagem"

Um homem teve um acidente de barco e como era o único sobrevivente foi parar a uma ilha.
Naquela ilha todas as noites às sextas-feiras, apareciam canibais com uma pessoa para a comer. O homem tinha recolhido dos destroços do barco caixas, tudo o que o mar trazia.
O homem começou a plantar arroz, milho... fez uma casa e um quintal com canas altas à volta, o homem tinha cabras, galinhas.
Um dia os canibais tinham voltado mas agora com outra pessoa, desta vez o homem foi espreitar e fugiu, mas os canibais encontraram-no e por isso foram-se embora.
Passaram um ou dois dias e o sobrevivente encontrou o homem que ia servir de refeição. Eles viveram juntos e o sobrevivente ensinou-o a falra Inglês. Eles tentaram fazer um barco para voltarem a Inglaterra mas não conseguiram. Passado algum tempo apareceu um barco e o sobrevivente voltou a Inglaterra mas o outro homem ficou com todas as coisas que eles tinham construído e criado.
Em Inglaterra, o náufrago casou e teve filhos, e todas as noites conta a sua história aos filhos, que ouvem com muito entusiasmo.
Natália Cantemir
(Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa)