quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Visita de Estudo

No próximo dia 27 de Novembro, no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa, está prevista uma visita de estudo ao teatro onde iremos assistir `peça "Auto da Barca do Inferno", de Gil Vicente.
Esta visita de estudo tem os seguintes objectivos:
- Melhorar as relações interpessoais;
- Aumentar a participação dos alunos na vida escolar;
- Aumentar o sucesso educativo;
- Aumentar os níveis de conhecimento nas diferentes áreas do saber.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Regresso às aulas...

O novo ano lectivo começou, vi todos os meus colegas. Não é que tivesse saudades da escola mas já estava farta de estar em casa. Quando entrei na escola reparei que estava diferente, tinha sido pintada, estava de várias cores, não é que estivesse bonita mas também não estava feia.
Este ano entraram muitas pessoas novas para a escola, todos tentam fazer novas amizades, mas os meus amigos já tinham saudades, da confusão da turma, das nossas diversões. Mas enfim também tinha saudades de alguns professores!
Tatiana Coelho

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Texto Livre

Sinto que me julgam sem terem o interesse de saberem quem eu sou, na verdade. Conheço-me por dentro e por fora, não há ninguém que me possa conhecer melhor. Dou-me a conhecer mas não há tanta gente que se dê ao trabalho de o fazer.
Tenho problemas mas nem toda a gente os compreende, por vezes nem eu própria. Passo por cima de tudo o que penso que merece ser pisado mas levanto todos os que me dão uma mão amiga. Amo todos aqueles que desde sempre, me acompanharam em toda a minha vida. Em todas as aventuras e em todas as tristezas. Não trocava um amigo por um conhecido e não sei dizer um não a quem sempre me disse um sim. Tenho defeitos, mas quem não os tem? São aceitáveis, seja quem for que os tenha. É humano cometer erros, mas é humano também saber remendá-los. Tento por tudo, fazer-me feliz. Não preciso que me façam rir, pois todos os sorrisos que antigamente dei eram fingidos. Não eram sentidos. Hoje sei que tudo o que vivi não passam de recordações e não voltaram a ser vividas. Hoje sei que consigo dizer "sou feliz". Não me deixo abater por atitudes mal tomadas. Não me rebaixam com críticas destrutivas, ergo a cabeça e penso que já fiz muito para chegar onde hoje estou. Orgulho-me de dizer que um dia sofri, pois foi esse sofrimento que me fez crescer e ser a pessoa que sou.
Devo a minha vida aqueles que me criaram e me amaram incondicionalmente, os meus pais. Não são uns pais quaisquer e os meus irmãos são a minha inteira alegria.
Tenho muitas coisas boas em mim, pena não serem reconhecidas.
Sou um começo sem um fim.
Ana Leal
(Texto produzido na aula de Língua Portuguesa)

sábado, 1 de novembro de 2008

Produção de um texto a partir do título "Sexta-Feira ou a Vida Selvagem"

Um homem teve um acidente de barco e como era o único sobrevivente foi parar a uma ilha.
Naquela ilha todas as noites às sextas-feiras, apareciam canibais com uma pessoa para a comer. O homem tinha recolhido dos destroços do barco caixas, tudo o que o mar trazia.
O homem começou a plantar arroz, milho... fez uma casa e um quintal com canas altas à volta, o homem tinha cabras, galinhas.
Um dia os canibais tinham voltado mas agora com outra pessoa, desta vez o homem foi espreitar e fugiu, mas os canibais encontraram-no e por isso foram-se embora.
Passaram um ou dois dias e o sobrevivente encontrou o homem que ia servir de refeição. Eles viveram juntos e o sobrevivente ensinou-o a falra Inglês. Eles tentaram fazer um barco para voltarem a Inglaterra mas não conseguiram. Passado algum tempo apareceu um barco e o sobrevivente voltou a Inglaterra mas o outro homem ficou com todas as coisas que eles tinham construído e criado.
Em Inglaterra, o náufrago casou e teve filhos, e todas as noites conta a sua história aos filhos, que ouvem com muito entusiasmo.
Natália Cantemir
(Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa)

Halloween




The night of October 31st is a very special time for witches and ghosts - it´s Hallowe'en. The word is short for "Hallows' Evening" - the night before "All Hallow's" or "All Saints' Day". On that one night of the year, ghosts and witches are free to be on Earth.
Well, that´s the tradicional story. But these days in Britain, Hallowe'en isn't really a frightening festival - it's fun! There are always a lot of parties. At these parties, people wear masks and costumes. They dress as witches and ghosts, or as Dracula or Frankenstein's monster. And some people make special Hallowe'en lamps from a large fruit - the pumpkin. Then they cut holes for the eyes, nose and mouth. Finally they put a candle inside the hollow pumpkin. In America there's another tradition on October 31st. It's called "Trick or Treat". Young children and teenagers dress in Hallowe'en costumes and visit their friends' and neighbours' houses. At each house they say "Trick or Treat". Then the friend or neighbour gives them some sweets - a "treat"! Well, that's the idea. But not everyone gives sweets. Some people refuse, and then the "Trick-or-Treaters" play a trick on them.
(Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Inglês)

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Biografia de Michel Tournier

Nome: Michel Tournier
Data de Nascimento: 19 de Dezembro de 1924
Nacionalidade: Francesa
Terra Natal: Paris
Actividade Profissional: Escritor
Prémios Recebidos:
- Grande Prémio do Romance da Academia Francesa (1967), com o seu primeiro livro "Sexta-Feira ou os Limbos do Pacífico" que terá, mais tarde, uma nova versão "Sexta-Feira ou a Vida Selvagem"
- Prémio Goncourt (1970), com o seu segundo livro "O Rei dos Álamos"
Algumas obras do autor:
- "Sexta-Feira ou os Limbos do Pacífico" (1967)
- "Sexta-Feira ou a Vida Selvagem"
- "O Rei dos Álamos" (1970)
- "Os Meteoros" (1974)
- "O Gato do Mato" (1978)
- "Gaspar, Belchior e Baltazar" (1980)
- "Giles e Jeanne" (1983)
Ana Leal
(Trabalho realizado na disciplina de Língua Portuguesa)

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Actividades realizadas no âmbito do estudo da obra "Sexta-feira ou a Vida Selvagem" de Michel Tournier

Descrição de uma Tempestade

Estava em casa quando o Rui me convidou para ir com ele andar de barco. O tempo não parecia estar muito bom mas mesmo assim fui para me divertir! Quando entrámos dentro do barco e arrancámos, o céu estava a ficar negro com nuvens rasgadas e acinzentado. Fiquei assustado! O Rui disse que estávamos num local onde havia um barco de piratas fantasma que o horrível Quebra Ossos possuía. Grrr...! Que horror! O Rui , ainda para ajudar, tinha-me assustado com o olho de um peixe que tinha pescado.
De repente o céu escureceu e de longe avistei imensas ondas gigantes. Comecei a entrar em pânico. O Rui por mais estranho que parecesse estava muito calmo e ria. Eu não compreendia porquê! De repente o céu escuro cobriu-se de trovoadas conseguindo rasgar uma das velas. Eu continuava preocupado com as ondas gigantes que não paravam de abanar e levar o barco para fora da nossa rota. Reparei, no entanto, que o Rui estava com barba a mais e a desaparecer. Gritei e ele assobiou para chamar o Quebra Ossos, apresentou-me a tripulação e disse-me que eu ia ser o escravo deles, a cobaia e a bailarina (hahaha)...!
Eu estava assustado e continuava a lutar contra a tempestade negra e forte. O Quebra Ossos de repente agarrou num balde com água e mandou-me à cara. Surpreendido acordo com o copo de água que a minha mãe me tinha mandado dizendo que tinha sido só um pesadelo, ufff... Que alívio!!! (Ivo Araújo)
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Não há uma descrição possível para um momento de tal pânico.
O tempo mudara muito de repente, tornara-se escuro e frio, as flores fechavam-se muito depressa prevendo algo de monstruoso e negro, os animais corriam para os seus esconderijos onde tremiam com terror e medo do que podia acontecer.
Quando se olhava para o céu, as nuvens estavam da cor do carvão, pareciam pintadas com lápis de pastel, a água que delas escorria vinha com tanta força que quando chegava cá abaixo vinha com uma velocidade que aleijava de tal forma que até as flores pareciam chorar, tudo parecia que ia acabar!
O mar estava agitado, como um cão quando prevê uma catástrofe, formava ondas gigantes em instantes que nem parecia que há bem pouco tempo tinha estado calmo onde o sol gostava de estar deitado nele, naquelas tardes de Verão.
Tudo mudara já não havia cor, brilho nem alegria, mas embora tudo fosse assim, uma tempestade nunca vem só. Depois da chuva, do mar, vieram os trovões e os relâmpagos...
Embora pouco assustadores, os relâmpagos pareciam como se tivesse alguém a tirar fotografias ao que estava a passar, aquele negro e escuro dia. Os trovões, eram mais assustadores, pareciam móveis a arrastar ou mesmo tanques à procura de alvos para disparar.
Mas depois da tempestade vem sempre a bonança, todos em conjunto com o sol e de mãos dadas com o azul do céu lutaram contra aquela terrível tempestade. Passado algum tempo surgiu um belo dia de Primavera!
No fundo ninguém consegue descrever uma tempestade num outro sentimento ou momento mas quando se quer algo faz-se e luta-se! (Ana Leal)
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Quando tudo estava calmo Zébans vê uma tempestade a aproximar-se e deu o sinal ao seu capitão.
A tempestade aproximava-se a uma velocidade avassaladora fazendo os seus estragos por onde passava. Zébans e seus companheiros conseguiram ir para a ilha mais próxima, mas a tempestade não parava de se aproximar da ilha e da tripulação.
A tempestade chegou, desfazendo o navio como se não houvesse nada que a parasse.
Zébans e os seus companheiros abrigados debaixo de umas pedras fortes, conseguiram escapar à tempestade. Mas muito cansados e feridos não tinham mais nada sem ser a roupa que tinham vestida, naufragádos esperavam que aquela grande e destruidora tempestade nunca mais voltasse. (João Abel)
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Num dia calmo e sereno com o sol a brilhar os meninos corriam de um lado para o outro, o parque estava cheio de crianças a brincar, com os pais ao pé deles.
O amigo de Robinson que era capitão convidou-o para dar uma volta de barco. Como o dia estava tão belo lá foram eles pelo mar fora, mas a meio do passeio vieram umas nuvens escuras, cinzentas e com elas apareceram relâmpagos, o capitão Suissinho e Robinson estavam muito longe da costa, daí para a frente surgiu o pior pesadelo de Robinson.
O Robinson nunca gostou de tempestades desde pequenino. O capitão Suissinho já estava habituado a tempestades, mas logo reparou que esta era uma das piores. Era um novo desafio para o capitão, este tinha reparado que Robinson não estava bem, e para acalmá-lo mandou-o para o convés e disse-lhe que tudo ía correr bem.
A tempestade arrastava-os cada vez mais da costa, o capitão Suissinho não conseguia voltar o barco para terra, por isso, deixou que a tempestade os levasse onde ela quisesse...
A tempestade levou-os para muito, muito longe para uma ilha que o capitão desconhecia. O Robinson estava aterrorizado, já estava a começar a imaginar coisas.
O capitão começou então a arranjar o barco ou aquilo que tinha sobrado do barco. Os da costa viram a tempestade e tentavam contactá-los mas não conseguiam, por isso, foram à procura deles mas sem resultado. O capitão Suissinho e Robinson estavam a arranjar o barco, ao fim de um mês conseguiram arranjá-lo. Agora só faltava testá-lo para ver se aguentava ficar na água. Conseguiram pôr o barco na água, e assim despediram-se da ilha e foram a caminho de casa. (Natália Cantemir)
(Textos elaborados na aula de Língua Portuguesa)